terça-feira, 5 de outubro de 2010

Livro - CRER É TAMBÉM PENSAR - John Stott




Ninguém deseja um cristianismo frio, triste, intelectualizado. Mas, será que isso significa que temos que evitar a todo custo o “intelectualismo”? Não é a experiência o que realmente importa, e não a doutrina? Muitos estudantes fecham suas mentes ao fecharem seus livros, convencidos de que ao intelecto compete apenas um papel secundário, se tanto, na vida cristã. Até que ponto têm eles razão? Qual é o lugar da mente na vida do cristão iluminado pelo Espírito Santo?
Tais perguntas são de vital importância prática, e afetam todos os aspectos de nossa fé. Por exemplo, até que ponto devemos apelar à razão das pessoas em nossa apresentação do evangelho? A “fé” implica em algo completamente irracional? O senso comum tem algum papel a desempenhar na conduta do cristão?
Tendo esses e outros problemas em vista, o Rev. John Stott aborda neste livreto o lugar da mente na vida cristã. explica por que o uso da mente é tão importante para o cristão, e como se aplica em aspectos práticos de sua vida. E faz um vigoroso apelo aos cristãos para mostrarem “uma devoção inflamada pela verdade”.
(Texto retirado do prefácio do livro)



DOWNLOAD:

http://www.4shared.com/file/kN_2yKGf/John_Stott_-_Crer_e_tambem_pen.html

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

EU, UM POLÍTICO?



O atual cenário político no Brasil é deveras desanimador. Corrupções sem trégua, escândalos contínuos, práticas amorais, terrorismo religioso por meio do discurso para conquistar os votos dos fiéis, dentre outras práticas essencialmente desumanizadoras.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

ÉTICA DA ALTERIDADE NA PERSPECTIVA CRISTÃ: A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO" PARTE III




O segundo instante do debate inicia-se conforme o esquema a seguir :

Segundo Instante
(5) Intérprete da Lei (Pergunta 3)“Quem é o meu próximo?” verso 25
(6) Jesus (Pergunta 4) “Certo descia de Jerusalém [...]. Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?” versos 29 - 35
(7) Intérprete da Lei (Resposta 4)“O que usou de misericórdia para com ele” verso 27
(8) Jesus (Resposta 3) “Vai e procede tu de igual modo” verso 28

É interessante postular que o substantivo grego comumente traduzido como próximo, referia-se ao “companheiro”, “vizinho” e ao “amigo” . O próximo era, geralmente, compreendido como um simples semelhante . Os habitantes da comunidade Qumran eram um exemplo proficiente desta perspectiva. Eles acreditavam que todos os que não pertenciam a seu pequeno grupo eram “filhos das trevas”, e deveriam ser odiados . John Ligthfoot cita uma interessante midrah do livro de Rute que afirma:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

ÉTICA DA ALTERIDADE NA PERSPECTIVA CRISTÃ: A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO" PARTE II



Conforme postulamos anteriormente, no primeiro instante do diálogo entre Jesus e o Rabino, as exigências da Torah foram expostas, entretanto, o intérprete da Lei não se satisfez com as respostas. Surge então a necessidade de alguma espécie de midrash, ou seja, algum tipo de comentário explicativo da Lei. O intérprete da Lei acreditava conhecer o Deus a quem deveria amar.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ética da Alteridade na Perspectiva Cristã: " A Parábola do Bom Samaritano"




O drama ético é sempre uma indispensável questão para a sociedade. As formulações desta intriga estão diretamente relacionadas aos problemas que afetam a vida em seu aspecto social, político, econômico, psicológico, existencial e em todas as demais facetas da experiência humana.
Na contemporaneidade a ética da alteridade tem surgido como um novo modelo para se pensar a construção do conhecimento - epistemologia, e das relações humanas - ética. Este novo paradigma irrompe como denuncia profética aos modelos ético-epistemológicos solipsistas, egoístas e desumanizadores presentes na sociedade hodierna.